Galeria 6

Foto
do ano de 1961 por ocasião da festa de 300 anos de aniversário
de fundação da Freguesia de Jacarepaguá, realizada no campo
de futebol do Nova Estrela, na Rua Araguaia esquina de Estrada do Bananal (no
local, hoje está o condomínio Pousada do Sol). O prédio
que aparece na foto da chegada de N. S. do Loreto ainda existe na Rua Araguaia
número 1.614.

Outra foto da festa de 1961 pelos 300 anos de Jacarepaguá. A imagem de N. S. do Loreto é cercada pelos fiéis no antigo campo do Nova Estrela.

A festa de casamento de Fausto (irmão de Edgard Werneck) em 8 de dezembro de 1914. Em pé a partir da esquerda: as primas da noiva Dulce, Julieta e Djhy, Edgard Werneck, Geremário Dantas, Luis Antonino, o futuro prefeito (1919) da cidade André Gustavo Paulo de Frontin, Álvaro Cerqueira Lima, Antônio Caetano da Silva, Pedro Mibieli, o menino Antônio (meio escondido atrás dos noivos), Ibrain Carneiro Machado (pai da noiva), João Reis e Silva, o então prefeito (1914-1916) da cidade Rivadávia da Cunha Correia, Taliana (irmã da noiva), Otília (amiga da noiva, um pouco escondida) e as primas da noiva Elvira e Noemia. Sentados: Antonieta (tia da noiva), Lídia Cerqueira Lima Cruz Machado (mãe da noiva), o noivo fausto Werneck, a noiva Yani Cruz Machado, Francisca Vieira Werneck (mãe do noivo), Josefina (irmã da noiva) e Olga Sequeira de Melo (amiga da noiva e descendente dos donos do Engenho da Serra).

A
foto acima é do engenheiro Edgard Werneck Furquim de Almeida (1888-1925)
tragicamente assassinado em Recife. Ele morava na Estrada da Banca Velha, que
mudou o nome para Rua Edgard Werneck, após a sua morte. Foi sepultado
no Cemitério do Pechincha. O seu amigo de infância Geremário
Dantas proferiu discurso de adeus, que em certo trecho dizia: "Morreste
como herói, com a mão firme no leme, varado pela bala de um bandido,
vítima do teu caráter inamolgável".
A
casa onde morou Edgard Werneck no início do século XX. A foto
de cima é da casa do pai na Ladeira da Freguesia em frente à esquina
da Rua Araguaia com a Geremário Dantas. O prédio já foi
demolido.
A outra residência do Edgard Werneck em um prédio que também não existe na Estrada da Banca Velha (hoje Rua Edgard Werneck) número 63, que era a poucos metros da esquina da Avenida Geremário Dantas. Sua mãe moraca nessa casa, na época do assassinato de Edgard Werneck.

O prédio comercial da foto (demolido em 1999 para construção de um posto de gasolina) na esquina da Avenida Geremário Dantas com a Rua Edgard Werneck foi construído em 1908. Junto dessa esquina passava o Rio Banca Velha. Hoje é apenas um córrego, mas no início do século XIX embarcações ancoravam ali vindas das lagoas pelo Rio Fundo. O mais famoso comerciante do local foi o Juca do Rio, que tinha uma venda no início do século XX. A foto é da década de 1920.

A foto acima é da década de 1950, quando a Rua Edgard Werneck possuía palmeiras e não era pavimentada. O Jipe era um transporte predileto, mas o tráfego maior era de carroças.

Foto da Rua Edgard Werneck no início da década de 1950 em frente à mercearia do Antônio Silva. Em cima, grupo de rapazes descontraídos no bate-papo.
Foto também da Rua Edgard Werneck no início da década de 1950. Acima, o carro antigo disputando espaço com a carroça.
A foto acima, de 1907 focaliza a antiga casa da Estrada do Capenha número 1.605, na época em que ali morava o músico e compositor Glauco Velásquez (1884-1914), mesmo muito doente, o famoso músico não largava o seu piano, para a alegria da vizinhança da localidade de Juca do Rio. Ele compôs muitas das suas óperas nesse casarão da Estrada do Capenha. Os belos sons das melodias eram ouvidos por quem passava na Estrada da Freguesia (hoje Avenida Geremário Dantas) na esquina da Rua Edgard Werneck e do Capenha.

A foto acima é a mesma casa da foto anterior, mas em agosto de 1994. Este prédio histórico de Jacarepaguá foi demolido em 1996 para ser construído o CEDUC - Centro de Educação e Cultura.

Acima a foto de Malta (MIS), mostra um passeio alegre pela Fazenda do Engenho da Serra no domingo, dia 28 de maio de 1916.

Acima, em 8 de novembro de 1942, vemos parte da Fazenda do Engenho da Serra já com algumas décadas do início do loteamento. O pequeno prédio comercial da esquerda da foto, construído em 1929, ainda existe. Fica na esquina da Estrada do Pau Ferro com as ruas Comendador Siqueira e Orfanato.
Foto do antigo bonde na esquina da Avenida Geremário Dantas com a Rua José Silva em 1947.
Foto do bonde na Avenida Geremário Dantas em frente ao número 657, cuja casa ainda existe. Onde os operários trabalham, agora está o prédio comercial em frente ao Largo do Pechincha. Vemos também a lateral da farmácia Tupaíba, já demolida. (Foto de 1947).
O Largo do Pechincha em 10/1/1947. A foto foi batida da Estrada do pau Ferro. Vê-se as antigas lojas da Avenida Geremário Dantas, entre a Tindiba e a Rua Benevente. Atualmente, com um recuo bastante grande, ocupa o mesmo lugar o edifício de apartamentos do número 718. As lojas à direita ainda existem, mas bem modificadas.

Outra foto do Largo do Pechincha. Vê-se o coreto armado para o carnaval de 1955. O sobrado (demolido há algumas décadas) era onde hoje está a Adega Cervejaria Planalto. Ao fundo, a Estrada do Pau Ferro.

Carnaval 1955 - O bloco dos grandes bonecos do Seu Mé na Estrada do Tindiba seguindo para o ponto do bonde. A casa que aparece à esquerda ainda existe: é a de número 374 da Estrada do Tindiba. O Seu Mé era uma figura tradicional no Pechincha. Nasceu na localidade em 21/2/1910, quando o Marechal Hermes da Fonseca (1855-1923) estava prestes a derrotar Rui Barbosa (1849-1923) nas eleições. Por isso, o pai lhe deu o nome de Hermes Alves dos Santos. A família do Seu Mé se estabeleceu em Jacarepaguá em 1868, quando o bisavô (Antônio Rodrigues Penna) comprou a fazenda onde hoje está a Rua Professor Henrique Costa. O seu apelido envolve outro presidente: Artur Bernardes (1875-1955), que era chamado pelo povo de Seu Mé. Quando criança, Hermes Alves ganhou o apelido, pois adorava cantar a música "Ai Seu Mé". A marcha foi feita em 1921 por Francisco Freire Júnior (1881-1956) e satirizava o candidato a presidente Artur Bernardes, o Seu Mé. A estrofe original era assim: "Ai Seu Mé/ Ai Seu Mé/ Lá no Palácio das Águias/ Olé/ Não hás de por o pé". Por causa dessa letra o compositor foi preso. Porém, com a vitória de Bernardes sobre Nilo Peçanha (1867-1924), Freire Júnior alterou os versos. A marcha refeita, que, dessa vez, não aborreceu o já Presidente Bernardes, foi grande sucesso em 1922 na voz do então estreante Francisco Alves (1898-1952): "Ai Seu Mé/ Ai Seu Mé/ Se não fosse a Santa Cruz/ Olê, ré/ tu não tomavas pé".

Em 1961, o futebol do Madureira realizou sensacional excursão ao redor do Mundo, que durou alguns meses. Participaram muitos jogadores moradores de Jacarepaguá e outros que eram freqüentadores assíduos do bairro. O médico da delegação foi o Dr. Arlindo Ricon (que não aparece na foto, mas na época residia na Rua Florianópolis). A foto foi tirada em Los Angeles (USA). Em pé: Osvaldinho e Alfredinho. Agachados: Bitum, Fernando Consul e o atual técnico Nelsinho.

Outra foto da excursão do Madureira
ao redor do mundo em 1961.
Foi batida em Macau (Ásia):
Nelsinho, Alcides e Fernando Consul.

A casa da Rua Baronesa número 887 é a mais antiga do logradouro, construída no início do século XX. Entre seus moradores, dois foram famosos na localidade: Carreiro de Oliveira (político e vereador na década de 1920) e Gerard Rocha, o Azinho (comerciante de carne por atacado em frigorífico de Madureira). Na casa também funcionou o curso de jardim da infância Curumim. Atualmente, é a Igreja de Nova Vida. A foto é da década de 1970, onde aparecem dois moradores da região da Praça Seca: Artur e Jorge Coutinho (o Jorginho).