Galeria 4

Reunião na Praça Seca em 1978. À partir da esquerda: Luis da Escola Lombardi, Noel, Vereador Guilherme Ortiz Sampaio, Rui, Chiquinho, Celinho, João Coca-Cola e uma pessoa não identificada.

A foto é de julho de 1985, Mostra o terreno onde hoje é o prédio da Caixa Econômica Federal.

Foto da obra do prédio da agência da Praça Seca da Caixa Econômica Federal, em 31 de outubro de 1989, construída no terreno que se vê na foto acima.

Outra foto da construção do prédio da Caixa Econômica (Praça Seca) no dia 8 de dezembro de 1989.

As datas mostram como demorou a construção das atuais jardineiras da Praça Seca. Foto de cima: 31/10/89. Foto do meio: 8/12/89. Foto embaixo: 8/2/90

A grande reforma do coreto da Praça Seca em outubro de 1989 não mudou suas características originais.

Em junho de 1992, o lago restaurado com gradil e chafarizes.

Uma imagem da Vila Valqueire em 1939, quando do término da urbanização das ruas feitas pela Companhia Predial. Acima, a Rua Evaristo de Morais (antiga Rua E) vista da pracinha existente no final. O logradouro é em homenagem ao famoso jurista brasileiro Antônio Evaristo de Morais (1871-1939).

Outra foto da Vila Valqueire: um trecho da Rua das Margaridas. Completamente vazio nas décadas de 1930 e 1940, o Valqueire hoje é bem povoado.

Em foto de 1985, aparece na colina a Vila Albano, construída em 1894 por Albano da Fonseca Marques.

Trecho da Rua Cândido Benício em 1922. O automóvel, que se prepara para fazer a curva do Mato Alto em direção à Praça Seca, era novinho e modelo do ano. Foto de Malta (MIS).

O Largo do Tanque de 1938. Acima, o prédio construído em 1923 que ainda existe.

Acima, vemos as lojas erguidas em 1920 (Av. Geremário Dantas números 9 e 11).

A foto de Malta é de 29/7/1912. Focaliza a antiga delegacia policial de Jacarepaguá (no mesmo local hoje é o adro da paróquia de Santo Antônio Maria Zacaria ). O distrito policial foi transferido daí para a Praça Seca em 1916 (uma das lojas do antigo sobrado da Rua Cândido Benício número 1.684). Em 1956, regressou para o Tanque ocupando o prédio que foi da Prefeitura no início do século XX, na Avenida Geremário Dantas número 34 (já demolido e existente um edifício novo). Em 1977, mudou-se para o atual local na Rua Henriqueta.

O prédio da Avenida Geremário Dantas número 51, no Tanque, onde morou o famoso escrivão da Prefeitura André Rocha (hoje nome de logradouro). A casa pertence ainda a família. Atualmente é ocupada por seus descendentes. Em frente, era o prédio da Prefeitura.

A antiga Estrada da Taquara (hoje Avenida Nélson Cardoso) em foto de Augusto Malta de 1916. É impressionante a transformação que houve desde àquela época. A murada em primeiro plano faz parte da ponte sobre o Rio Grande (ou Rio da Taquara, como alguns o chamam). O grupo sentado está exatamente na Estrada da Tindiba. Vemos o bonde que já era elétrico. Ao fundo, o morro junto ao Largo do Tanque.

Acima, o Nélson de Almeida Cardoso (1893-1943) em foto de 1934, quando das eleições que disputou uma vaga de deputado federal pela Frente Única. Mesmo sendo veterano ganhador de eleições, ele perdeu essa, talvez por ser oposição à ditadura de Vargas. Seu companheiro de chapa ao cargo de vereador foi o então estreante Álvaro Dias (1904-1992), que veria a ser famoso médico e político de Jacarepaguá. O Nélson cardoso faleceu em 4/6/1943 e foi sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju.

Aqueduto moderno que transporta água da adutora do Guandu na Estrada do Catonho, inaugurado em 1965. A foto é de 1994.

A sede da Fazenda da Taquara em 29/6/1912. Foto Malta (MIS)

O Largo da Capela, que tem esse nome por causa da capelinha de N. S. da Conceição, erguida em 1737 dentro da Fazenda do Rio Grande. A foto é de setembro de 1994.

A bonita capelinha de N. S. da Conceição, no Largo da Capela. Foto de setembro de 1994.

O Hospital Santa Maria em foto de 1949. O famoso médico tisiologista Roberto Simonard (1917-1983) trabalhou nesse importante sanatório para tuberculose de 1947 a 1952.


A Escola Francis Hime, na Estrada do Pau da Fome, em seu primeiro ano de existência. A escola foi inaugurada em 3 de julho de 1943, com a presença do Presidente Getúlio Vargas .

A foto é de 15 de dezembro de 1940. Registra a visita do presidente Getúlio Vargas à fazenda do Rio Grande, em Jacarepaguá. Vemos o Presidente da República ao lado de Francis hime, proprietário da fazenda, logo após eles contemplarem os cavalos puros-sangues. Getúlio gostava muito de Francis e visitava com freqüência a fazenda do Rio Grande. Hime foi grande benfeitor da região. Ele reformou a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, do Largo da Capela; e doou o terreno para construção da Escola Francis Hime, na Estrada do Pau da Fome, cuja foto aparece na página anterior. A escola teria o nome de Canadá, em prosseguimento à política de Vargas em homenagem aos países americanos com nomes de escolas da então Capital Federal na época da II Guerra Mundial. Mas, na última hora, mudou para Escola Francis Hime. A Prefeitura tinha até convidado o Embaixador Jean Dezy, do Canadá. O Presidente Getúlio Vargas compareceu à cerimônia, com os Ministros Osvaldo Aranha, das Relações Exteriores; e Eurico Gaspar Dutra, da Guerra. O Prefeito do então Distrito Federal, Henrique Dodsdworth, sabendo que Vargas era grande amigo do Francis Hime, pediu a palavra para sugerir que a escola fosse chamada de Francis Hime. O embaixador do Canadá, logo após refeito da surpresa, foi o primeiro a reconhecer que Francis Hime merecia a homenagem. No ano seguinte, 1944, o prefeito trocou o nome da Escola Rio Grande Do Norte, na Rua São Carlos, no Estácio, para Escola Canadá.

Visita de Getúlio à fazenda Rio Grande em 13/8/1939. A partir da esquerda: Francis Hime Júnior (Pai do compositor), Valentim Bouças, Vadinho Dolabela, Verônica Hime, Argemiro Hungria Machado, Presidente Getúlio Vargas, Francis Hime, Não Identificado, Mônica Hime Batista, Não Identificado e Cecil Hime


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