
O Jacarepaguá Tênis Clube em 1943. Ao fundo, o antigo portão de entrada. Em primeiro plano, a pista de hipismo, na parte onde hoje é o ginásio de esportes.

Acima,
em foto de 1944, aparece o Jacarepaguá Tênis Clube e as ruas Mário
Pereira, Cândido Benício e capitão Menezes com poucas casas.
Acima, vemos o Jacarepaguá Tênis Clube em 1985 completamente mudado e cercado por blocos de edifícios de apartamentos.

Grupo fantasiado no carnaval de 1961 no Jacarepaguá Tênis Clube.
Acima, a piscina do Jacarepaguá Tênis Clube em 1964. O morro da antiga pedreira é visto, pois ainda não existia o ginásio.

A foto acima de 14/11/1922 é uma das turmas do tiro de guerra do Tenente Nélson Fiuza Pessoa, na sede da organização em uma loja do antigo sobrado do Vítor Parames, onde hoje é a agência Praça Seca do BANERJ. Os tiros de guerras eram corporações militares privadas controladas pelo Governo Federal. Quem concluía o curso, geralmente estudantes, não precisava servir o exército. O povo chamava seus integrantes de caçadores de rolinha. O stand de tiro ficava na rua Dr. Bernardino, junto ao morro.

Na foto acima, em 1922, focaliza uma festa no stand de tiro do Tenente Nélson, na qual compareceram senhoras e senhoritas da sociedade de Jacarepaguá.

O Gastão Taveira (1877-1918) com a filha Zuleika em 1908 no palanque da sua residência na Rua Cândido Benício (reparem os trilhos do bonde em rua de barro). O Gastão construiu muitas casas nas ruas Cândido Benício e Dr. Bernardino e alugou todas. Era casado com Dona Julieta, filha do Dr. Bernardino. Em 1924, quatro anos após sua morte, as propriedades já não pertenciam aos seus herdeiros. Eram do Banco Francês e foram compradas por Vítor Parames Domingues (1872-1939), que continuou locando os imóveis.

Na foto acima de 1991, vemos os quatro blocos da Rua Cândido Benício, número 1.600, erguidos no terreno da foto anterior.

Foto
de Augusto Malta (MIS) da Rua Barão em 19/2/1930.
Em cima, o trecho em direção à Rua marangá.
Foto
de Augusto Malta (MIS) da Rua Barão em 19/2/1930.
Acima, o lado que vai para a Rua Gastão Taveira, batida da Praça
Seca.

A Rua Baronesa após o saneamento, em foto de Malta, aparecendo parte da Praça Seca. Acima, os fundos do armazém do Arnaldo, demolido para surgir o Cine Baronesa, que hoje é a Igreja Universal.

Operários colocando manilhas na Rua Barão em 1930. À esquerda, a lateral do Cine Ipiranga, que havia sido inaugurado no ano anterior. Foto de Augusto malta (MIS).
A Rua Baronesa no início do saneamento feito pela Prefeitura em 8/5/1930. A linha branca à esquerda entre os arbustos é a Rua Pedro Teles. Foto de Malta (MIS).

O autor do livro Waldemar Costa (Vadinho) quando menino na Rua Baronesa no ano de 1952. No local do terreno, cercado de madeira, que aparece na foto, hoje se ergue o Edifício Baronesa (número 625), com muitas lojas comerciais.O Edifício Baronesa começou a ser erguido em 1956 e foi inaugurado em 1957.

No início da década de 1960, a empresa Carvalho Hosken Engenharia iniciou a construção do conjunto dos Bancários, em grande área nas ruas Barão e Marangá. Antes de a obra começar, realizou uma montagem fotográfica mostrando com perfeição o que seria o condomínio IAPB - Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários. A inauguração aconteceria em 28 de agosto de 1964. Acima, aparece a montagem dos bancários realizada na foto aérea das casas da Light da Rua Barào, 403.

A Rua Baronesa esquina com Rua Pedro Teles em 1962. Vemos o autor do livro Waldemar Costa com o sobrinho Acácio.

No mesmo lugar da foto acima, porém em 1994. O escritor aparece com o sobrinho-neto André, filho do Acácio da foto anterior.

A festa da inauguração do bar do Sr. Arthur na Rua Baronesa, número 669, realizada no dia 13 de outubro de 1957. O autor deste livro foi convidado e aparece nas fotos. Sr. Arthur foi antigo comerciante da região da Praça Seca. No início da década de 1950, ele estava estabelecido no Café Recreio da Praça, na Rua Cândido Benício, que ainda existe.

Após a festa documentada na foto anterior, a família faz pose para a fotografia. A partir da esquerda: Dona Zulmira, Sr. Arthur, Alberto, Dona América, Mílton e Irene.

No tempo que a Rua Cândido Benício era de paralelepípedos e passava bonde. Ao lado, em 1961, a Farmácia São Lucas, hoje é Drogaria Musa, bem junto da Praça Seca.

Acima, em foto batida da residência do Célio, vemos o antigo prédio de número 1.000, que foi demolido para dar lugar à atual ECIA, empresa de engenharia dos irmãos Araújo. Sentado no muro, o então menino Júlio César. A foto é de 1963. Nota-se os trilhos do bonde.

Em 1937, os padres lassalistas (seguidores de São João Batista de La Salle) fundaram o Instituto São Luis na Rua Barão, onde hoje é o Colégio Sobral Pinto. Na foto acima, em 1937, a saída da missa dominical da casa pioneira.

No mesmo local da foto anterior, o prédio novo construído pelos lassalistas. Ano de 1952.