| Cabo Ernesto,
Rua (Freguesia) | Cabo Walmir Ernesto Holder. Nasceu em Recife (PE) em 16/11/1920.
Combatente do Exército Brasileiro. Participou da Força Expedicionária
Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Faleceu em ação em Bela Vista
(Itália) no dia 26/2/1945. |
| Cabo Geraldo Calderaro, Rua (Freguesia) | Faleceu
em 18/6/1967 vítima do desastre do avião C-47 da Força Aérea
Brasileira (FAB), que caiu na Floresta Amazônica no dia 15/6/1967 entre
Jacareacanga e Manaus. O avião levava 27 militares em missão para
prestar socorro ao Destacamento do Exército em Cachimbo, que estava ameaçado
pelos índios da região. Quando bateu em enorme árvore no
dia 15/6 morreram na hora vinte militares. Só se salvaram sete, inclusive
o Cabo Calderaro. Todos feridos. O cabo com a perna cortada morreu no dia 18/6.
Os sobreviventes ficaram na selva do dia 15/6 ao dia 29/6, quando foram encontrados
e resgatados. |
| Cabo Manuel
Biré de Agriólia, Av. (Anil) | Morto na madrugada dia 27/11/1935, no 3º
Regimento de Infantaria (Praia Vermelha) pelos comunistas, que destruiram completamente
o quartel, na chamada Intentona Comunista no Governo do Presidente Getúlio
Vargas. |
| Caçambe, Estrada
(Rio-Centro) | Palavra da língua tupi-guarani que significa
pássaro veloz. Também tem a significação de mato que corta. |
| Caçu, Rua (Taquara) | Homenagem
à cidade de Caçu, em Goiás. |
| Caém,
Rua (Curicica) | Homenagem à cidade de Caém, na Bahia. |
| Caeté-Açu, Rua (Taquara) | Homenagem
à cidade de Caeté-Açu, na Bahia |
| Cafarnaum,
Trav. (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Famosa cidade
da Galiléia, na tribo de Neftali. Serviu de moradia de Jesus Cristo. Era sede
de uma região militar romana e posto coletor de impostos. |
| Cafundá, Estrada (Tanque à Taquara) | Cafundá
é palavra de origem africana da língua quimbundo. Significa lugar entre vertentes
de morros ou buraco onde não há horizontes. |
| Caicó,
Rua (Pechincha) | Homenagem à cidade de Caicó, no Rio
Grande do Norte. Na língua tupi-guarani, caicó significa mulato velho. |
| Caioba, Rua (Curicica) | Homenagem
à localidade de Caioba, na Baía de Guaratuba, no Paraná. |
| Cairuçu, Rua (Valqueire) | Cairuçu
é palavra da língua tupi-guarani. É uma designação de várias espécies de ervas
rasteiras com folhas redondas e pequenas flores alvas. |
| Caituba, Rua (Taquara) | Palavra
da língua tupi-guarani que significa terra queimada. |
| Caldéia, Trav. (Cidade de Deus) | Localidade
bíblica. Região na parte sul da Babilônia. Lá existia a cidade de Ur, onde nasceu
Abraão. |
| Calmette, Estrada
(Curicica) | Albert Calmette (1863-1933). Médico bacteriologista
francês, que se dedicou a procura da cura da tuberculose. |
| Calmon, Rua (Curicica) | Homenagem
à cidade de Calmon, em Santa Catarina. |
| Camaraipe,
Rua (Taquara) | Palavra da língua tupi-guarani que significa
a casca das plantas. |
| Camaratuba,
Rua (Valqueire) | Homenagem à localidade de Camaratuba,
na Paraíba. Na língua tupi-guarani, camaratuba significa lugar onde há cambará
(cambará é um arbusto que dá em lugares abertos). |
| Camatiá, Rua (Freguesia) | Palavra
da língua tupi-guarani que significa a resina ou líquido pegajoso que sai dos
poros das árvores. |
| Camélias,
Rua (Valqueire) | Arbusto da família das teácias de flores
ornamentais. A rua faz parte do loteamento inicial do Valqueire na década de 1920,
que homenageia as principais flores. |
| Campinas
do Sul, Rua (Curicica) | Homenagem à cidade de Campinas
do Sul, no Rio Grande do Sul. |
| Campinho,
Largo (Campinho) | O logradouro surgiu no século XVI.
Era uma bifurcação da Estrada Real de Santa Cruz com os caminhos para Irajá e
Jacarepaguá. Os viajantes descansavam e suas montarias pastavam num campo. Por
ser pequeno, o lugar passou a ser chamado de campinho. . |
| Campo da Areia, Estrada (Pechincha) | Um
dos logradouros mais antigos de Jacarepaguá. Tem o seu nome em virtude da grande
quantidade de areia existente nos séculos anteriores ao século XX. |
| Camposema, Rua (Gardênia Azul) | Botânica.
Espécie muito rara da flora brasileira. |
| Canal do Anil, Av. (Anil) | O
nome é em razão do canal do Anil, que a avenida margeia. A localidade do Anil
tem esse nome por causa das plantações de anileiras na época colonial e imperial.
A produção de anil era de alta qualidade e exportada para a Europa. |
| Cândido Benício, Rua (Campinho ao
Tanque) | Cândido Benício da Silva Moreira nasceu em
Niterói em 9/11/1864 e faleceu em Jacarepaguá em 19/12/1897. Foi médico sanitarista
muito popular no bairro. Em 1892, foi eleito para representar Jacarepaguá na Intendência
Municipal (atual Câmara dos Vereadores) |
| Cândido
de Figueiredo, Rua (Tanque) | Nasceu em 1846. Faleceu em 1925. Foi o autor
do "Dicionário da Língua Portuguesa", publicado em 1899. |
| Cândido Mota Filho, Rua (Anil) | Cândido
Mota Filho (1897-1977). Magistrado, escritor e político brasileiro. Pertenceu
à Academia Brasileira de Letras. Foi Ministro da Educação no Governo do Presidente
da República Café Filho. |
| Cândido
da Silva Mendes, Praça (Taquara) | Jornalista |
| Canelinha, Rua (Curicica) | Homenagem
à cidade de Canelinha, em Santa Catarina. |
| Caniú,
Rua (Pechincha) | Palavra da língua tupi-guarani que
significa galho de árvore seco, podre ou murcho. |
| Capadócia, Trav. (Cidade de Deus) | Nome
bíblico. Também identificado com a palavra caftor. Era uma tribo descendente dos
egípcios chamada de capadócios (ou caftorim) que habitavam a Capadócia. |
| Capela Nova, Rua (Rio-Centro) | Homenagem
à cidade de Capela Nova, em Minas Gerais. |
| Capenha,
Estrada (Pechincha) | Palavra da língua tupi-guarani
que significa mato que cresce rasteiro. |
| Capim
Branco, Rua (Valqueire) | Homenagem à cidade de Capim
Branco, em Minas Gerais. |
| Capitão
Ferreira, Rua (Pechincha) | Antigo morador de Jacarepaguá. Criou
no bairro o Corpo de Bombeiros Voluntário. |
| Capitão Machado, Rua (Praça Seca) | Francisco
da Silveira Machado (1864-1931). Era proprietário de terras na Rua Cândido Benício
(entre as ruas Capitão Menezes e Dr. Bernardino, com fundos para a Rua Pedro Teles),
onde criava cavalos para o Exército e burros para a Prefeitura. |
| Capitão Menezes, Rua (Praça Seca) | Jerônimo
Alpoim da Silva Menezes (1851-1923). Nasceu em Portugal. Era casado com Dona Maria
Luiza Fonseca Menezes, filha do Barão da Taquara. |
| Capitu, Rua (Freguesia) | Personagem
feminina e fictícia do romance Dom Casmurro (publicado em 1900) por Machado de
Assis (1839-1908). |
| Caraibuna,
Rua (Taquara) | Homenagem à cidade de Caraibuna, na Bahia. |
| Caratupera, Rua (Taquara) | Homeangem
à cidade de Carutapera (grafia certa), Maranhão. |
| Cardo Santo, Rua (Valqueire) | Planta
da família das compostas de propriedades medicinais. |
| Caribu, Estrada (Freguesia) | Caribu
é mamífero ruminante da família dos cervídeos, que habita o Oceano Ártico, no
Polo Norte. Também é chamado de rena em outras regiões do hemisfério norte. |
| Carimã, Rua (Praça Seca) | Homenagem
à localidade de Carimã, em Barreiros, Pernambuco. |
| Carlo Afonso Otino, Rua (Cidade de Deus) | Engenheiro
italiano nascido em Turim. Um dos pioneiros em concreto armado no Rio de Janeiro. |
| Carlos Braga, Rua (Taquara) | Carlos
de Figueiredo Braga. Nasceu em 1901. Faleceu em 7/8/1981. Banqueiro. Foi Diretor
do Banco Francês-Italiano. Foi presidente do Banco da Cidade (RJ) em 1965.
Dirigiu a Associação Comercial do Rio de Janeiro em 1965. |
| Carlos Emílio, Rua (Valqueire) | |
| Carlos Nascimento, Rua (Gardênia
Azul) | Carlos de Oliveira Nascimento. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em
3/1/1904. Faleceu em 26/2/1979. Foi jogador de futebol na época do amadorismo,
quando conquistou o título de campeão carioca de 1924 pelo Fluminense.
Jogou também pela Seleção Brasileira em 1925. Foi supervisor
da Seleção Brasileira na campanha do bicampeonato mundial de 1958/1962.
|
| Carlos Pallut, Rua (Taquara) |
Radialista. Nasceu no Rio de Janeiro em 16/12/1927. Faleceu também no Rio
de Janeiro em 1972. Começou a trabalhar como locutor na Rádio Nacional
em junho de 1953 até outubro de 1954. Depois, foi para a Rádio Continental
(carro-chefe da Organização Rubens Berardo), onde foi o pioneiro
do rádio-jornalismo moderno, com as notícias e informações
transmitidas ao vivo. Tabalhou também na Rádio Metropolitana e na
TV Continental, outras emissoras da Organização Rubens Berardo.
Carlos Pallut atuou como locutor nas décadas de 1950 e 1960. |
| Carlos Rizzini, Rua (Anil) | Jornalista
e historiador. Nasceu em Taubaté (SP) em 1898. Faleceu em Temembé
(SP) em 1972. Foi secretário do Diário da Noite (RJ) e O Jornal
(RJ). Foi diretor dos Diários Associados e do Jornal do Comércio
(RJ). |
| Carlos do Rosário,
Rua (Campinho) | Carlos José do Rosário.
Nasceu no Rio de Janeiro. Faleceu em 28/4/1885. Formou-se em Matemática
na antida Escola Militar (Largo de São Francisco, Centro do Rio). Foi um
dos brasileiros mais versados na Língua Francesa, cuja Literatura conhecia
profundamente. |
| Carmelo,
Rua (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Cadeia de
montanhas na costa mediterrânea, na Palestina. O profeta Elias gostava de fazer
seus retiros no local. Foi em um de seus montes que se decidiu a disputa entre
os profetas de Deus e os de Baal. |
| Carmen
Dolores, Rua (Anil) | Escritora e cronista. Nasceu em 1852. Faleceu em 1910.
Sua principal obra foi o romance "A Luta". |
| Carmo do Cajuru, Rua (Rio-Centro) | Homenagem
à cidade de Carmo do Cajuru, em Minas Gerais. |
| Caroá, Rua (Curicica) | Planta
da família das bromeliáceas, cujas fibras são usadas na confecção de barbante,
linha de pesca e tecidos. |
| Carolina
Nabuco, Rua (Taquara) | Carolina Nabuco foi escritora famosa. Era filha
do também escritor e diplomata Joaquim Nabuco. Carolina nasceu em 1890
e faleceu em 1981. Suas principais obras literárias foram "A Vida
de Joaquim Nabuco" (1929) e "A Sucessora" (1934). O romance "A
Sucessora" virou notícia internacional, pois Carolina acusou a escritora
inglesa Daphne du Maurier de plágio no romance Rebeca. |
| Caruará, Rua (Valqueire) | Palavra
da língua tupi-guarani que significa doença. Em Alagoas, caruara é nome de um
vento que sopra em janeiro no litoral e traz chuvas e trovoadas. |
| Casa Grande, Rua (Rio-Centro) | Homenagem
à cidade de Casa Grande, em Minas Gerais. |
| Cásper
Líbero, Rua (Taquara) | Cásper Líbero (1889-1943). Jornalista
brasileiro. |
| Cassiopéia,
Rua (Taquara) | Homenagem à constelação boreal de Cassiopéia.
A rua pertence a pequeno loteamento na Estrada do Engenho Velho que homenageia
a Astronomia. |
| Castor,
Rua (Curicica) | Mamífero roedor da família dos castorídeos,
que vive em grupos perto dos rios. |
| Catargo,
Rua (Curicica) | Homenagem à cidade histórica de Cartago
(grafia certa) fundada pelos fenícios em 814 a C. Cartago lutou duas vezes com
o poderoso Império Romano na conhecida Guerras Púnicas. Cartago estava situada
onde hoje é a Tunísia, no norte da África. |
| Catolândia,
Rua (Curicica) | Homenagem à cidade de Catolândia, na
Bahia. |
| Caviana, Rua (Taquara) | Homenagem
à Ilha de Caviana, no Estado do Pará, situada na foz do Rio Amazonas e ao lado
da Ilha de Marajó. |
| Caungula,
Rua (Curicica) | Loteamento na Curicica que homenageia
o continente africano. Caungula é uma pequena cidade de Angola. |
| Cazuza, Rua (Freguesia) | Personagem fictício
do escritor Viriato Corrêa (1884-1967). O personagem surgiu no livro de
literatura infantil "Cazuza" publicado em 1938. A partir de então,
o personagem ficou famoso. |
| Cenáculo,
Rua (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Nome do lugar
onde os apóstolos se reuniram depois da Ascensão de Jesus Cristo, recebendo ali
o Espírito Santo. |
| Centauro,
Rua (Taquara) | Homenagem à constelação austral de Centauro.
A rua pertence a pequeno loteamento na Estrada do Engenho Velho que homenageia
a Astronomia. |
| Cesaréia,
Trav. (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Cidade localizada
na costa da Palestina, construída por Herodes (o Grande). Nessa cidade se encontrava
a famosa torre de Estratão, onde morreu Herodes Agripa. |
| Céu Azul, Rua (Curicica) | Homenageia
à cidade de Céu Azul, no Paraná. |
| Chácara,
Rua (Praça Seca) | Antes de 1964, o logradouro era conhecido
como caminho da Chacrinha. A região ao redor do logradouro também é conhecida
por Chacrinha. O nome é em razão da inúmeras chácaras que existiram no local. |
| Chalé, Rua (Rio-Centro) | Homenagem
à cidade de Chalé, em Minas Gerais. |
| Chipre,
Trav. (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Ilha do
Mar Mediterrâneo, onde São Paulo pregou o Evangelho no quarto ano do Governo do
imperador romano Cláudio. |
| Cibele,
Trav. (Cidade de Deus) | Cibele é uma deusa da Frígia,
na antiga região da Ásia Menor. Cibele é chamada de mãe dos deuses. Foi esposa
do deus Saturno. Com ele teve os seguintes filhos, todos deuses: Júpiter, Vesta,
Ceres, Juno, Plutão e Netuno. |
| Cidade
de Deus, Av. (Cidade de Deus) | O logradouro tem o nome
do bairro onde se situa. É uma homenagem ao livro "Cidade de Deus" de
autoria do bispo e filósofo do cristianismo Santo Agostinho, que nasceu em Tagasta
(África) em 354 e faleceu em Hipoma (antiga cidade do norte da África) em 430. |
| Cidade do Rio, Rua (Taquara) | Loteamento
na Taquara com nome de jornais antigos do Rio de Janeiro. Cidade do Rio era um
jornal ,diário fundado por José do Patrocínio em 1887. Circulou até 1902. |
| Cincinato da Silva, Rua (Campinho) | Cincinato
Pinto da Silva. Médico e político brasileiro do século XIX.
Fez parte do Corpo de Saúde do Exército. De 1864 a 1879, administrou
as províncias de Sergipe e Alagoas. |
| Cipriano
Batista, Rua (Valqueire) | Comerciante |
| Cirene, Trav. (Cidade de Deus) | Localidade
bíblica. Cidade da Lídia Pentapolitana, onde nasceu Simão Cireneu. Simão foi a
pessoa que, na Via Sacra, ajudou Jesus Cristo a levar a cruz ,para o Calvário. |
| Cirilo da Silveira, Rua (Campinho) | Cirilo
Dilermano da Silveira. Escritor brasileiro do século XIX. Foi um dos mais
competentes conhecedores da Língua Portuguesa. Escreveu diversos livros
sobre o idioma português. O mais importante foi "Copêndio de
Gramática da Língua Portuguesa publicado em 1855. |
| Ciro Costa, Praça (Taquara) | Poeta. Nasceu em Limeira
(SP) em 10/5/1879. Faleceu no Rio de Janeiro em 22/6/1937. Peincipais obras: "Pai
João", "Estelário", "Sob a Metralha" e
"Terra Prometida". |
| Ciro
Monteiro, Rua (Freguesia) | Ciro Monteiro (1913-1973).
Cantor popular brasileiro, que iniciou a carreira no rádi9o em 1933. |
| Claraval, Rua (Rio-Centro) | Homenagem
à cidade de Claraval, em Minas Gerais. |
| Clarice
Gross, Rua (Campinho) | |
| Clarim,
Praça (Taquara) | Loteamento na Taquara com nomes de
jornais antigos do Rio de Janeiro. Clarim era um jornal que circulou de 1908 a
1909 e dirigido por Venceslau Muniz. |
| Claudino
de Oliveira, Rua (Pechincha) | Coronel João Claudino de Oliveira
Cruz. Nasceu em Pernambuco em 1850. Engenheiro do Exército Brasileiro,
começou a carreira de militar desde soldado. Bacharel em Matemática
e Ciências Físicas. Após a Proclamação da República,
fez parte da Junta Governativa do Estado da Paraíba, quando era capitão.
No final do século XIX, foi comandante do 2º Distrito Militar e da
3ª Companhia do 1º Batalhão de Engenharia, ambos com sedes no
antigo Distrito Federal (Rio de Janeiro). Foi reformado em 19/6/1905. |
| Cláudio Bardy, Rua (Taquara) | Nasceu
no Rio de Janeiro em 23/11/1912. Faleceu em 20/1/1978. Médico radiogista.
Foi pioneiro no Brasil da abreugrafia. Também foi historiador e pesquisador.
Colaborou com muitas escolas de samba em enredos históricos sobre o Brasil.
Escreveu uma seção no catálogo telefônico Telebook
sobre curiosidades e fatos sobre o povo do Rio antigo. |
| Cleópatra, Praça (Cidade de Deus) | Cleópatra
VII ( 69 a C - 30 a C) foi rainha do Egito. Ela era famosa por sua beleza, e seduziu
os romanos Júlio César e Antônio. Não conseguiu o mesmo com o Imperador Augusto.
Ao ser derrotada por ele, ela suicidou-se deixando se picar por uma serpente. |
| Clevelândia, Rua (Cidade de Deus) | Homenagem
à cidade de Clevelândia, no Paraná. |
| Clóvis
Monteiro, Rua (Pechincha) | Clóvis do Rego Monteiro (1898-1961).
Professor brasileiro. Autor de trabalhos sobre a língua portuguesa e literatura
brasileira. |
| Coentro, Trav.
(Cidade de Deus) | Nome bíblico. Coentro é uma planta,
cujo nome em hebraico é gad. O coentro era cultivado no Vale do Rio Jordão. |
| Collins, Rua (Anil) | Michael
Collins, astronauta norte-americano nascido em 1930. Participou da missão Apolo
11 em julho de 1969. Collins permaneceu na nave-mãe, enquanto Armstrong e Aldrin
desciam no módulo lunar para se tornarem os primeiros homens a pisarem no solo
da Lua. |
| Comandante Guaranis
(Cidade de Deus) | Comandante José Luís
Guaranys Rego. Oficial da Marinha Brasileira. Trabalhou na Diretoria de Eletrônica
da Marinha. Foi um dos fundadores da empresa Cobra Computadores e Sistemas Brasileiros,
que fica na Estrada dos Bandeirantes. Comandante Guaranys faleceu aos 36 anos
de idade em 21/9/1973 de ataque cardíaco dentro de um táxi, antes
da inauguração da empresa Cobra. O logradouro recebeu seu nome em
1983. O nome anterior era Via 8. |
| Comandante
Luiz Souto, Estrada (Praça Seca) | Luiz Felipe de Filgueira
Souto, falecido em 1945. Oficial da Marinha de Guerra. Foi um dos 337 mortos no
afundamento do cruzador Bahia no dia 4/7/1945, durante a Segunda Guerra Mundial
(a guerra já tinha terminado na Europa, mas prosseguia na Ásia). |
| Comandante Rubens Silva, Rua (Freguesia) | Comandante
Rubens Raul Silva. Oficial da Marinha de Guerra. Faleceu em 4/7/1945 no afundamento
do cruzador Bahia. O navio fazia manobras no litoral brasileiro, quando um acidente
provocou enorme explosão. A guerra na Europa já havia terminado
há três meses, mas o Brasil continuava a proteger seu litoral, pois
os japoneses ainda estavam em guerra. |
| Comandante
Simião, Rua (Praça Seca) | Comandante José Simião Corrêa
da Silva. Nasceu no Rio em 13/11/1883. Faleceu em Jacarepaguá em 1/6/1945.
Grande benfeitor das crianças órfãs de Jacarepaguá.
Fundador do Orfanato Pedro Richard em 13/4/1931, localizado na Rua Abadia (atualmente
Rua Comandante Simião). O nome do orfanato foi homenagem ao espírita
do século XIX que o Comandante Simião era seguidor da doutrina.
Simião estudou na Universidade de Coimbra (Portugal) e foi oficial da Marinha
de Guerra do Brasil. |
| Combate,
Praça (Taquara) | O logradouro pertence ao loteamento
na Taquara que homenageia os jornais antigos do Rio de Janeiro. Combate foi um
jornal de 1892, cujos redatores foram Pardal Mallet e Lopes Trovão. |
| Comendador Pinto, Rua (Campinho) | Comendador
Francisco Pinto da Fonseca (1800-1865). Era pai do Barão da Taquara. Foi dono
de muitas terras de Jacarepaguá e guarda-roupa do Imperador Dom Pedro II. Foi
governante municipal da Freguesia de Jacarepaguá de 1848 a 1864. |
| Comendador Raínho, Rua (Taquara) | Comendador
José Rainho da Silva Carneiro. Industrial e comerciante do Rio de Janeiro.
Nasceu em São João da Madeira (Portugal) em 1875. Veio para o Rio
de Janeiro em 1891. Foi presidente da Beneficência Portuguesa, da Câmara
Portuguesa do Comércio e Indústria do Rio de Janeiro e do Clube
Ginástico Português. Sócio benemérito do Real Gabinete
Português de Leitura (RJ) e do Liceu Literário Português (RJ).
Faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 27/4/1963. |
| Comendador Siqueira, Rua (Pechincha) | João
de Siqueira Tedim Filho, o Comendador Siqueira. Dono da Fazenda do Engenho da
Serra em meados do século XIX. Comendador Siqueira era filho do Coronel Tedim
e de Joaquina Flora de Castro Azambuja (esta havia recebido por herança o Engenho
da Serra). |
| Comerciário,
Avenida (Pechincha) | Homenagem aos comerciários. Loteamento
junto da Estrada do Tindiba que homenageia as profissões. |
| Conceição dos Ouros, Rua (Praça Seca) | Homenagem
à cidade de Conceição dos Ouros, em Minas Gerais. Loteamento na Rua Florianópolis
com a Rua Marangá com nomes de cidades. |
| Concílio,
Trav. (Cidade de Deus) | Nome bíblico que se dava ao
corpo deliberativo dos judeus. Na igreja cristã, concílio é a reunião de bispos
para deliberar sobre assuntos religiosos. |
| Cônego
Felipe, Rua (Taquara) | Cônego Antônio Felipe Lopes de Araújo,
sacerdote famoso em Minas Gerais no século XIX. Em 1800, construiu o prédio
do museu da cidade de Campanha (MG). |
| Conrad,
Rua (Anil) | Charles Conrad, astronauta norte-americano
nascido em 1930 e falecido em 9/7/1999. Comandou a nave Apolo 12 em novembro de
1969. Pisou na Lua junto com Alan Bean, onde permaneceram por 31 horas e 30 minutos. |
| Consagração, Rua (Curicica) | Homenagem
o termo religioso consagração, que é uma parte da missa em que o pão e o vinho
são transformados em espécies eucarísticas e se tornam o corpo e o sangue de Jesus
Cristo. |
| Contenda, Rua
(Valqueire) | Loteamento junto a Rua Luís Beltrão que
homenageia cidades brasileiras. Contenda é uma cidade do Paraná. |
| Contos, Rua (Freguesia) | Homenagem
ao gênero da literatura contos. |
| Corazin,
Trav. (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Uma das
cidades amaldiçoadas por Jesus Cristo por causa da sua incredulidade. |
| Corbélia, Rua (Curicica) | Homenagem
à cidade de Corbélia, no Paraná. |
| Corinto,
Trav. (Cidade de Deus) | Localidade bíblica. Cidade grega,
onde floresceu uma grande comunidade cristã, que foi visitada por São Paulo. |
| Coronel Adauto Barbosa, Rua (Campinho) | Coronel
Adauto Gomes Barbosa. Em 2/1/1970, foi assassinado pelas costas, quando era comandante
da Polícia Militar de Alagoas. |
| Coronel
Alberto Martins, Rua (Freguesia) | Nasceu em Itaqui (RS) em 15/3/1905. Faleceu
em 10/7/1972. Militar gaúcho serviu em diversas unidades do Exército
em Porto Alegre e muitas cidades do interior do Rio Grande do Sul. No Rio de Janeiro,
a então capital da República, trabalhou em 1939 e 1940 na Secretaria
Geral do Ministério da Guerra (atual Palácio Duque de Caxias), que
funcionava junto do gabinete do Ministro da Guerra Marechal Eurico Gaspar Dutra. |
| Coronel Francisco Lobo, Rua (Pechincha) | Nasceu
em Alagoas. Participou do movimento que culminaram na Proclamação
da República. Foi cônsul no Governo do Presidente Floriano Peixoto.
Dirigiu a Escola Superior do Comércio. |
| Coronel Pedro Corrêa (Rio-Centro) | Coronel Pedro
Ângelo Corrêa. Nasceu em Alfenas (MG) em 1/12/1882. Sua formação
militar ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, onde residiu na maior parte da sua
vida. De 1914 a 1917, dirigiu tropas do Governo Federal em Santa Catarina contra
os rebeldes na Guerra do Contestado. Teve morte trágica no dia 4/10/1930,
durante a Revolução de 1930, na cidade alagoana de Souza, onde era
o comandante do 23º Batalhão de Comando. Seu quartel estava sitiado
pela tropas revolucionárias que levaram Getúlio Vargas ao poder.
Mesmo particamente sozinho (quase todos os seus soldados aderiram aos revolucionários),
o Coronel Pedro Corrêa resistiu até a morte, não atendendo
aos pedidos de rendição, caindo morto no portão do quartel,
quando sozinho atirava em direção dos revolucionários. O
Major João César Cordeiro, sub-comandate do 23º BC, também
morreu nesse dia defendendo a sua guarnição. |
| Coronel Tedim, Rua (Pechincha) | Tenente-Coronel
João de Siqueira Tedim, nascido no Porto (Portugal). Veio para o Brasil junto
com D. João VI em 1808. Era amigo de Dom Pedro I . O Coronel Tedim casou-se com
a proprietária do Engenho da Serra, Dona Joaquina. Era pai do Comendador Siqueira. |
| Correio Brasiliense, Rua (Taquara) | Loteamento
na Taquara com nomes de jornais. Primeiro jornal brasileiro, mas publicado em
Londres de 1808 a 1823. Chegava clandestinamente no Rio de Janeiro, pois apoiava
a separação do Brasil de Portugal. Seu redator foi Hipólito José da Costa. |
| Correio do Povo, Rua (Taquara) | Loteamento
na Taquara que homenageia jornais antigos do Rio de Janeiro. Circulou de outubro
de 1889 a março de 1890, sob a direção de Sampaio Ferraz e Chagas Lobato. |
| Correio do Rio, Rua (Taquara) | Loteamento
na Taquara com nome de jornais. Foi publicado em 1822 e 1823, na época tumultuada
após a independência do Brasil, sendo defensor da convocação da Assembléia Constituinte.
Seu redator único foi o português João Soares Lisboa. |
| Cortês, Rua (Taquara) | Homenagem
à cidade de Cortês, em Pernambuco. |
| Cotegipe,
Rua (Taquara) | Homenagem à cidade de Cotegipe, na Bahia. |
| Covanca, Estrada (Tanque) | Covanca
é área pouca extensa, cercada por morros e com entrada natural apenas por um lado,
formando um pequeno vale ou uma várzea. |
| Cravinas,
Rua (Valqueire) | Planta da família das cariofiláceas
de flores ornamentais e aromáticas. A rua faz parte do loteamento inicial do Valqueire
na década de 1920, que homenageias as principais flores. |
| Creso, Rua (Curicica) | Creso
foi o último rei da Lídia, que viveu no século VI a C. e foi destronado por Ciro,
rei da Pérsia. Creso ficou famoso pelas suas riquezas. |
| Creta, Trav. (Cidade de Deus) | Localidade
bíblica. Ilha grega no Mar Mediterrâneo, onde muitos judeus se estabeleceram.
A caminho de Roma, São Paulo passou pela Ilha de Creta. |
| Crisântemos, Rua (Valqueire) | Arbusto
da família das compostas deflores ornamentais. A rua faz parte do loteamento incial
do Valqueire na década de 1920, que homenageia as principais flores. |
| Cristino da Silva, Rua (Freguesia) | Cristino
Clemente da Silva. soldado da Força Expedicionária Brasileira (FEB)
na Segunda Guerra Mundial. Foi morto em combate na Itália em 12/12/1944. |
| Cristo Rei, Rua (Curicica) | Termo
introduzido na Igreja pelo Papa Pio XI no ano santo de 1925, pelo fato de Jesus
Cristo ser o rei do reino de Deus. No mesmo ano, foi criada a festa do Cristo
Rei, que é comemorada no último Domingo de outubro. |
| Cruz de Malta, Rua (Anil) | Homenagem
à cruz de malta, símbolo religioso em que os quatro braços iguais a uma cruz se
alargam nas extremidades. |
| Cubanco,
Rua (Curicica) | Loteamento na Curicica que homenageia
o continente africano. Cubanco é um rio do sul da África, que separa Angola da
Namíbia. |
| Cunha Galvão,
Trav. (Freguesia) | Manuel da Cunha Galvão (1822-1872). Diretor de
Obras da Corte no Império Brasileiro. Publicou em 1858 uma interessante
obra intitulada: "Trabalhos da Salubridade do Rio de Janeiro". Outro
livro seu importante foi "Melhoramentos dos Portos do Brasil". |
| Cunha Moreira, Rua (Taquara) | Almirante
Luís da Cunha Moreira (1777-1865). Em 1822, quando era capitão-de-mar-e-guerra,
foi nomeado pelo Imperador Dom Pedro I, após a Independência do Brasil,
o primeiro ministro da Marinha do País. O primeiro ato do Ministro Cunha
Moreira foi nomear o almirante inglês Thomas Cochrane para chefe da Esquadra
Brasileira, a fim de consolidar a Independência nas costas marítimas
do País. Antes da Independência, em 1816, Cunha Moreira combateu
José Artigas, militar e político uruguaio. |
| Cunha Pedrosa, Rua (Freguesia) | Pedro da Cunha Pedrosa
(1863-1947). Escritor. Obras principais: "Minhas Próprias Memórias"
e "Projecto do Código Penal Militar". |
| Curicica, Estrada (Curicica) | Palavra
da língua tupi-guarani que significa árvore que baba (substância viscosa de certos
vegetais). |
| Curipós, Estrada
(Anil) | Palavra de origem indígena. Tem diversos significados: além
do barro vermelho, além dos pinheirais e relativo à tribo Curi do
Amazonas. |
| Curralinho,
Rua (Curicica) | Homenagem à fazenda Curralinho, onde
o poeta Castro Alves tentou se recuperar da tuberculose. No local, hoje existe
a cidade de Castro Alves, na Bahia. |
| Curuenã,
Rua (Curicica) | Homenagem ao Rio Curuena, afluente do
Rio Jataí, que desemboca no Rio Solimões (Amazonas). |
| Curumaú, Rua (Taquara) | Homenagem
ao Rio Curumau, na Ilha de Santo Amaro, em São Paulo. |
| Custódia da Fonseca, Rua (Freguesia) | |
| Custódio Guimarães, Rua (Taquara) | Custódio
da Cruz Guimarães. Foi presidente do Sindicato dos Condutores Autônomos
de Veículos Rodoviários (atual Sindicatos dos Taxistas Autônomos
do Município do Rio de Janeiro) de 1968 a 1978. Nasceu em 1911. Faleceu
em 5/2/1978. |